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Mv Agusta F4 RC Ed. Limitada

A MV Agusta revelou a versão mais nervosa e exclusiva de sua superesportiva F4. A F4 RC “Reparto Corse”. Trata-se de uma edição limitada de apenas 250 unidades preparada pela divisão de competições da montadora. Ainda não há previsão de vir para o Brasil (como sempre, os esquecidos) mas confere ai no vídeo da MV o que é essa maquina. o/

A moto é uma evolução da F4 RR convencional. Com a mesma pintura, ela é praticamente uma versão com placa e farol do modelo que está sendo utilizado esse ano no World Superbike com o piloto britânico Leon Camier. (o boy magia, garoto propaganda do vídeo *-*)

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Mas não é só a pintura que se assemelha a das motos que disputam o campeonato. O motor de quatro cilindros foi inteiramente reformulado para oferecer ainda mais desempenho, utilizando-se magnésio em diversas peças. O resultado são 205 cv de potência a 13.450 rpm, com um torque de 11,7 kgf.m a 9300 rpm. A eletrônica também recebeu uma atenção especial, com a centralina eletrônica ELDOR gerenciando praticamente todos os parâmetros do motor. São 4 modos de pilotagem e há ajustes na sensibilidade do acelerador (Ride-By-Wire), no torque, no freio motor e no quick swifter. O ABS e o Controle de Tração podem ser desligados e possuem 8 níveis de intervenção. As suspensões, como se imaginava, são de primeiríssima qualidade, (não poderia ser menos se tratando da MV Agusta) da marca sueca Öhlins, modelo NIX30 na dianteira, invertida e ajustável. Atrás, o monoamortecedor é do modelo TTX36, com um reservatório separado. Há também um amortecedor de direção. Para parar esse míssil, há dois discos Brembo M50 com pinças radiais e quatro pistões na dianteira. (sou só eu que fiquei com vontade de ver o Valentino pilotando essa fera?)

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Além ficar mais ‘musculosa, a F4 RC também precisou passar por uma rígida dieta, na qual até o peso dos parafusos foi levado em conta, sendo de titânio, a tampa do motor é em magnésio, rodas forjadas o escapamento é termignoni e as carenagens de fibra de carbono. O resultado pôde ser visto na balança: 183 kg à seco, sete a menos que o modelo standard. (será essa a dieta de Einstein? rsrs)

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Ela mantém ainda as opções de quatro mapas de ignição e três níveis de mudança de resposta de acelerador, torque, freio motor e limitador de giro. Outros itens que continuam são as suspensões com regulagem eletrônica, o freio ABS com modo race, que o deixa mais permissivo e o controle de tração com oito níveis de intervenção. (OMG  será possível por mais tecnologia MV?)

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Mas o que mais me chama a atenção na MV Agusta F4 RC é a pintura, semelhante à utilizada no campeonato mundial. Todos os patrocinadores estão lá, inclusive o número 37, fazendo alusão ao número de títulos que a marca de Varese já conquistou nas pistas. Também está o logo da AMG, braço esportivo da Mercedes-Benz, a nova proprietária.

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Os compradores ainda levarão para casa um kit para transformar a motocicleta em uma versão de pista, o qual é composto por sistema de escape de titânio, unidade de controle específica, tampa do tanque com liberação rápida entre outros itens. Com ele, a MV Agusta promete elevar o desempenho de 205 cv para 212 cv de potência a 13.600 rpm. O torque é de 11,7 kgf.m a 9.300 rpm. A velocidade máxima é de 302 km/h. (só acho que as japonesas também poderiam copiar essa ideia heim hahah)

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Maaaas, mais limitada que o numero dessa F4, que vão ser apenas 250 unidades fabricadas, é o valor dessa edição. Enquanto a F4 RR sai, no Brasil, a R$ 91.900, a edição limitada RC tem o valor de 36.900 euros, o que vai sair  cerca de R$ 130 mil dilmas aqui. (ai meu coração)

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É isso ai pessoal, estou ansiosa (como sempre, sempre ansiosa) para ver os teste de primeiras impressões quando essa beleza chegar por aqui na terra dos esquecidos.

Abraços e #VrummVrumm

Ducati 1199 Panigale S Senna – Mais que uma homenagem!

Hellow bikers o/ estava eu ontem super concentrada na aula de Civil, quando de repente meus ouvidos super afinados escutam laaaa de longe um #vrummmm (aquele momento que o coração acelera mais que a moto que passou) e um colega percebendo meu estado de euforia (impossível não perceber quando um barulho te acorda mais que um copo de café rs) me disse “eu sou apaixonado pela Ducati” e eu apesar de minhas criticas rebati “você já viu a Ducati Senna?” Apesar de ser uma moto apresentada em 2013 e lançada em 2014 ele não a conhecia. (aow paixão heim rsrs) Enfim.. Trago pra vocês hoje, um pouco do que é essa arma da poderosa Italiana Ducati.

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Durante o Salão Duas Rodas de 2013, a Ducati apresentou a edição especial 1199 Panigale S Senna em homenagem ao piloto de Formula 1, Ayrton Senna. Segundo a montadora, o projeto, feito em parceria com o Instituto Ayrton Senna, foi desenvolvido para celebrar a vida e a paixão do ídolo brasileiro pelas duas rodas. Ducatista e dono de uma Monster 900 e uma Desmo 850, em 1994, antes do fatídico acidente em Ímola, Senna esteve na fábrica da Ducati em Borgo Panigale, na região de Bolonha, para desenvolver a série especial da 916. E apesar de o piloto nunca ter visto uma 1199 Panigale, as mesmas soluções utilizadas em 1994 de sua autoria, foram transferidas ao novo projeto.

Novo Apresentação do Microsoft Office PowerPoint
Senna e sua paixão pelas duas rodas.

Lançada em 1° de maio de 2014 quando completam 20 anos da morte de Ayrton e exclusiva para o mercado nacional, (porem a unidade 000 foi vendida por 35 mil euros ao ex piloto de Moto GP Max Biaggi em um leilão beneficiente. Felipe Massa também tentou comprar a moto, mas não obteve êxito. kkk) a série especial da superesportiva italiana sera um sonho para poucos, pois é limitada a 161 unidades (mesmo número de GPs que o brasileiro disputou na F1) e pelo preço de miseros 100 mil reais, se você correr, pode levar uma para casa. Parte da verba arrecadada com a venda da edição limitada da 1199 Panigale S Senna será revertida para os programas do Instituto Ayrton Senna.

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Mas vamos ao que interessa, vamos falar de potencia.. A  Superesportiva tem impressionante relação peso-potência de mais de 1 cv por kg. Para domar tanta força, a versão possui uma série de assistências eletrônicas, e  a lista de siglas para os aparatos é imensa, indo de freios ABS, acelerador eletrônico, controle de tração e suspensão eletrônica.

E Como a maioria das motos italianas, a Ducati não economizou em bom gosto estético. A Panigale Senna possui um acabamento bem feito, mas vai além disso. Todo conjunto óptico e o painel digital mostram o esmero dado pela fabricante ao modelo. Em cada mínimo detalhe, a moto mostra um conjunto extremamente harmonioso, já visto na Panigale tradicional e ainda mais latente na Senna por suas cores e acabamentos especiais.

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Apesar de eu mesma torcer o nariz para uma esportiva de motor com dois cilindros, (e deixar claro meu amor pela rival Italiana MV Agusta *-*) é exatamente esta característica que faz a Panigale diferenciada. Enquanto a maioria das grandes sport faz uso de motores com quatro cilindros, o bicilíndrico em L de 1198 cc foi escolhido pela Ducati para equipar a 1199. Segue ai sua ficha técnica.

ducati ficha

Bom é isso ai gente, ainda não tive a oportunidade de ver uma pessoalmente, mas deve ser de encher os olhos sem duvida!!!

Abraços e #VrummVrumm

Descanse em paz Hornet!

Hellow bikers? Quem ai é fã da Hornet ?? Todo mundo né?? (menos eu!! rsrs) Então para aqueles que são fãs, trago uma triste noticia: Ela morreu!! Aquela Hornet que todos conhecemos, tão famosa nas musicas dos menos providos de massa encefálica cujo linguajar prolixo de nada acrescenta, acaba de falecer.

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A Honda CB600F Hornet, cujo nome significa vespa (devido a traseira elevada e gorducha ) foi lançada originalmente em 1998 na Europa e em 2004 no Brasil. Durante esse período a qual era comercializada por aqui, ela sofreu varias modificações. Como podem conferir, nem no time de guerra no site da Honda, ela não existe mais.

Novo Apresentação do Microsoft Office PowerPoint

Entre tantas modificações com os anos, de carburada (famosa farol redondo) passou a injetada.  Mas mesmo a versão comercializada em terras brasileiras até abril de 2008 ainda era o modelo da 2ª geração, enquanto na Europa já existia a 4ª geração, com um motor totalmente novo.

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Mas calma!!! Enxuga as lágrimas ai, e assoa o membro nasal que nem tudo esta perdido!!  A Honda aposentou a Hornet, mas deu um up grande na sua família CB 600, que agora são a nova arma da fabricante japonesa. Atualmente a CB600F Hornet recebeu um acréscimo de 50cc e um pequeno recuo de torque, tendo agora 87cv, o que lhe rendeu o novo nome de CB650F, eliminando o popular nome Hornet (sera que funkeiros ainda vão querer andar de rorneti? não poderia dormir em paz sem falar isso nesse post. Sorry! rs) E isso vale tanto para as versões nakad quanto carenada que agora é CBR 650F

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Embora a fabricante insista que a família CB 650 não substitua as recém-aposentadas CB 600F Hornet e CBR 600F, a nova linha de 650 cc é a única opção da montadora neste segmento de cilindrada média. E não se trata de uma estratégia exclusiva ao Brasil, ambas foram apresentadas no Salão de Milão de 2013 com o mesmo discurso, e desde novembro do ano passado (2014 para quem não se lembra) elas já estão sendo fabricadas e vendidas aqui no Brasil. Dá uma olhada ai na ficha técnica da família Honda 650  (acho que tem fãs decepcionados ai heim)

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A CB650F Está disponível em duas cores: preta, e também na versão HRC com o grafismo de branco, vermelho e azul  inspirada no Honda Racing Team.

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Então é isso gente, aqui jás uma Hornet, mas em compensação seus fãs vão ganhar uma moto 100% nova com um novo visual e com preço mais barato. Que era a grande jogada da Honda, atender às novas regras de emissões do Velho Continente e do Brasil, e aproximar seu preço com a rival XJ6N com a proposta de ser mais econômica e racional.

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Ainda sou mais a XJ6

Enquanto isso na Europa….

Enquanto aqui na Brasil todos assistem a Hornet sendo substituída pela CB 650F, eis que surgem, fotos da nova Honda Hornet 800 2015 na Europa. ISSO MESMO 800cc!!. (lembre-se que apesar de não ofertarem mais, a marca não falou em momento algum que a CB 650F seria a nova Hornet)

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De acordo com a publicação da revista francesa Moto Revue, a “nova” Hornet 2015 chegará com um novo motor de 800cc, mais potente, com cerca de 115 cavalos (contra 102 da falecida e 65 da atual). O peso deve ficar em torno dos 190 kg e velocidade máxima de 230 km/h.

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Com está configuração, a nova Honda Hornet 800 2015 se alinhará às rivais em cilindrada, como Kawasaki Z800, BMW F800R, Ducati Streetfigther 848 e Suzuki GSR 750.

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Mas acalmem-se que por enquanto esses boatos correm somente na Europa. Neste momento são muitas perguntas, para poucas respostas. O jeito é acalmar as bichas e esperar.

Felizes ou não, é isso ai!!

Abraços e #VrummVrumm

The beauty is a Beast!!

For those who know me, you know that one of my “motorcycle passions” is the YZF R6. So I’ll talk a little about this … how can I say … Beast !! The R6 is a bike that “fits” in the category of the 600cc, but it is much more than that, it is the most sports in this segment. It was released a year after its older sister YZF R1 in 1998, but its rise was only in 2003 where it had some modifications and it gained the title of superbike.

Over 17 years, the R6 underwent several modifications and improvements, always for the better I would say.

In 1999 it came out with 120hp and 169kg.

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In 2001 its weight was reduced to 167,5 kg and gained led in the tail lights.

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In 2003 it had its new chassis, new engine with fuel injection and a new design with headlights of 4 lenses, wheels of 5 rays and still reduction of weight to 162kg.

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2005 received front forks reversed with larger brakes and also received an autographed edition by Valentino Rossi.

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In 2006, the R6 came a totally new bike, more sport, with a seductive design and equipped with ycc-t by wire acceleration system adapted from Moto GP, and the engine with titanium valves that generate 127hp at 16,500rpm.

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In 2008 the frame is more rigid and balanced made in magnesium sub-frame, engine with ycc-I system and increased compression ratio, leading to 135hp (until today).

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The YZF R6 was designed and inspired for track, which was perfected for use on the street. But to explain why she deserves this title, I’ll make a comparison with her friends of the same category:

YAMAHA YZF R6 HONDA CBR 600RR HONDA CB 600F SUZUKI GSX 650F KAWASAKI ZX-6R
4 cylinders 4 cylinders 4 cylinders 4 cylinders 4 cylinders
599 cc 599 cc 599 cc 656 cc 599 cc
135hp 118hp 102hp 85hp 128hp

And I also dare to say that it has a power of 750 in a little body of 600, when I compare it with the SUZUKI GSX-R 750 that has 150hp. For me another point on the R6 that seduces me more and more, its your aesthetics: sharp fairings and super aggressive riding position inviting to attack lying curves, and to accelerate with force!

 

 

Well, but if you are reading this article in Brazil, I have to tell you that unfortunately Yamaha does not import this model to Brazil, to adquire a model of this, only through an independent importer and tropicalizing it. Which makes its cost incredibly expensive compared to others in the same segment, and also making it difficult as to the issue of service and maintenance. Well let’s hope that one day the R6 enters the plans of Yamaha Brazil.

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For the haters!

 

 

 

 

 

A bela é Fera !!

Para quem me conhece, sabe que uma das minhas “motos paixões” é a YZF R6. Eu mandei uma dúvida para a revista Motociclismo relacionado a ela que saiu na edição de fevereiro desse ano. Então vou falar um pouco sobre essa… como posso dizer… Fera!!

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Primeiro que falar da R6 para mim é ver meus olhinhos brilhando. *-*  Mas o que ela tem de tão especial Helo? A R6 é uma moto que se “encaixa” na categoria das 600cc, porem ela é muito mais que isso, ela é a mais esportiva das esportivas desse segmento. Foi lançada um ano depois da sua irmã mais velha a YZF R1 em 1998, mas sua ascensão foi somente em 2003 onde teve algumas modificações e ganhou o titulo de superbike.

Ao longo de 17 anos, a R6 passou por varias modificações e aperfeiçoamentos (sempre para melhor eu diria).

Em 1999 ela saiu com 120cv e 169kg.

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Em 2001 o seu peso foi reduzido para 167,5kg e ganhou led nas lanternas traseiras.

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Em 2003 teve seu chassi renovado,  novo motor com injeção de combustível e um novo design com faróis de 4 lentes, rodas de 5 raios e ainda redução de peso para 162kg.

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2005 ganhou garfos dianteiro invertido, com freios maiores e ainda obteve uma edição autografada pelo Valentino Rossi (minha segunda paixão rs).

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Em 2006, a R6 veio uma moto totalmente nova, mais esportiva, com um design sedutor e equipada com sistema de aceleração ycc-t by wire adaptada do Moto GP, o motor com válvulas de titânio que geram 127cv a 16,500rpm.

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Em 2008 o quadro é mais rígido e equilibrado feito em subtrama de magnésio, motor com sistema ycc-I e taxa de compressão aumentada, levando aos 135cv (até hoje).

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A YZF R6 foi uma moto projetada e inspirada para pista, que foi aperfeiçoada para ser usada na rua. Mas para explicar por que ela merece esse titulo, vou fazer uma comparação com suas amigas da mesma categoria:

YAMAHA YZF R6 HONDA CBR 600RR HONDA CB 600F SUZUKI GSX 650F KAWASAKI ZX-6R
4 cilindros 4 cilindros 4 cilindros 4 cilindros 4 cilindros
599 cc 599 cc 599 cc 656 cc 599 cc
135 cv 118 cv 102 cv 85 cv 128 cv

E ainda ouso dizer que ela tem potencia de 750 num corpinho de 600, quando a comparo com a SUZUKI GSX-R 750 que tem 150cv. Para mim outro ponto na R6 que me seduz cada vez mais, é a sua estética, e vamos combinar né, que estética!! Carenagens afiladas e posição de pilotagem super agressiva convidando a atacar curvas deitadas, e a acelerar com força!

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Mas nem tudo são flores, infelizmente a Yamaha não importa esse modelo para o Brasil, assim como suas outras motocicletas a quais são importada as peças e montadas em sua fabrica em Manaus. Para adquirir um modelo desse, somente através de um importador independente e tropicalizando a mesma. O que torna o seu custo absurdamente caro comparada com as outras do mesmo segmento, e também dificultando quanto a questão de assistência técnica e manutenção. Bom vamos esperar que as previsões da Revista Motociclismo estejam certas, e que a R6 entre nos planos da Yamaha Brasil.